O portal GiveMeSport elaborou uma lista detalhada com os 30 atletas mais importantes que já vestiram a camisola do Manchester United. A classificação focou-se exclusivamente no desempenho dos jogadores enquanto representavam o clube de Old Trafford, ignorando feitos alcançados noutras equipas. O ranking considerou métricas como o número de jogos, golos marcados, assistências e, principalmente, o impacto dos títulos conquistados e a relevância histórica de cada profissional para a instituição inglesa.
A publicação deste levantamento gerou uma onda imediata de discussões entre os adeptos nas redes sociais e fóruns desportivos. Muitos seguidores questionaram os critérios, uma vez que o portal optou por valorizar a longevidade e o peso institucional em detrimento de talentos individuais isolados. Este equilíbrio entre estatísticas puras e legado histórico serviu de base para definir quem são os verdadeiros pilares de uma das equipas mais tituladas do futebol mundial.
A escolha dos nomes para as posições cimeiras reflete o desejo de homenagear diferentes eras de glória do clube. Ao priorizar jogadores que dedicaram grande parte da carreira aos Red Devils, o GiveMeSport conseguiu traçar um perfil dos atletas que moldaram a identidade da equipa ao longo de décadas. O resultado é um recorte que celebra desde os heróis do passado até aos ícones que redefiniram o futebol moderno em solo britânico.
Os nomes que compõem o topo da lista
A hierarquia definida pelo portal colocou Sir Bobby Charlton como o maior jogador de sempre da história do Manchester United. O pódio é completado pelo galês Ryan Giggs na segunda posição e pelo lendário George Best em terceiro lugar. Logo atrás, surgem Bryan Robson, ocupando o quarto posto, e o antigo capitão Roy Keane, que fecha o restrito grupo dos cinco primeiros classificados.
Estes jogadores foram selecionados pela sua influência direta em momentos cruciais da história do clube, abrangendo desde a reconstrução após o desastre de Munique até ao domínio da era Premier League. Todos eles partilham a característica de terem sido líderes dentro de campo e símbolos de uma mentalidade vencedora. A presença destes ícones no topo reafirma a importância de conquistas coletivas sólidas para a construção de um legado individual duradouro.
Apesar do reconhecimento da qualidade destes atletas, a lista não escapou a críticas pela ausência de outras figuras marcantes nas posições de maior destaque. Para muitos adeptos, a consistência e a dedicação demonstradas por estes cinco nomes justificam a sua precedência sobre talentos que, embora brilhantes, tiveram passagens mais curtas ou contextos de sucesso diferentes no seio da equipa técnica de Old Trafford.
A situação de Cristiano Ronaldo e Wayne Rooney
Uma das maiores surpresas do ranking foi a ausência de Wayne Rooney e Cristiano Ronaldo do top 5. Rooney, que detém o recorde de maior marcador da história do clube, surge apenas na sexta posição da lista. Já o astro português Cristiano Ronaldo foi colocado no 12.º lugar, uma decisão que provocou espanto, dado o seu papel fundamental na conquista da Liga dos Campeões e o seu estatuto como um dos melhores jogadores de todos os tempos.
O portal justificou estas posições mantendo o foco no impacto histórico global e na continuidade do rendimento ao serviço exclusivo do Manchester United. No caso de Rooney, a sua proximidade com o topo demonstra o respeito pela sua marca goleadora, mas não foi suficiente para ultrapassar os pilares das gerações anteriores. Relativamente a Ronaldo, o critério de avaliação centrado apenas no período em Old Trafford acabou por pesar na sua classificação final.
Curiosamente, o atual plantel do clube conta com apenas um representante em toda a lista dos 30 melhores. O internacional português Bruno Fernandes ocupa a 30.ª posição, sendo o único jogador do ativo a figurar neste registo histórico. A sua inclusão serve como um reconhecimento do seu papel de liderança e importância técnica numa fase de transição e reconstrução pela qual o clube tem passado nos últimos anos.
