A trajetória de Jeremy Doku no futebol inglês é marcada por atuações impactantes. Desde que chegou ao clube, o ponta belga vem entregando momentos de brilho individual que justificam cada centavo do investimento feito em sua contratação.
Sua temporada de estreia no Manchester City foi simplesmente histórica. O jogador mostrou um repertório impressionante de drible e velocidade, adaptando-se rapidamente ao estilo exigente do futebol britânico.
Uma atuação lendária na temporada de estreia
O grande marco inicial dessa jornada aconteceu no confronto diante do Bournemouth. Naquela partida, o atacante entregou uma das exibições individuais mais impressionantes da história recente da competição.
Ele se tornou o atleta mais jovem da história da Premier League a registrar quatro assistências e cinco participações diretas em gols em uma única exibição. O feito isolado já garantia seu nome nos livros de recordes do torneio.
Ao longo de todo aquele ano de estreia, o belga somou mais de 40 partidas oficiais. Suas estatísticas fecharam com seis gols marcados e 11 assistências distribuídas para os companheiros.
Esses números foram fundamentais para ajudar a equipe a erguer a taça. O clube alcançou a marca inédita de quatro títulos consecutivos da liga nacional, consolidando uma hegemonia histórica.
Consistência em meio aos desafios
O ano seguinte trouxe cenários bem mais complexos para o elenco. A temporada 2024-25 apresentou diversos obstáculos táticos, desfalques e momentos de oscilação para a equipe de Manchester.
Ainda assim, o ponta manteve-se como uma opção confiável e bastante acionada no setor ofensivo. Ele respondeu aos momentos difíceis com um desempenho estatístico ainda superior ao do ano anterior.
Ao final desse período desafiador, ele somou oito gols e nove assistências. Além dos números, o atleta demonstrou clara evolução tática, ganhando maturidade e assumindo responsabilidades na recomposição defensiva.
A consolidação no ciclo final de Pep Guardiola
Na campanha de 2025-26, o jogador atingiu o status de peça essencial no esquema tático. O ano marcava o encerramento da vitoriosa passagem do técnico Pep Guardiola pelo comando do clube.
O belga foi diretamente decisivo na conquista da dobradinha em copas nacionais naquela despedida. Sua presença no ataque garantiu o poder de desequilíbrio exigido em jogos eliminatórios de alto nível.
O grande momento dessa reta final ocorreu na semifinal da FA Cup, contra o Southampton. Ele marcou o gol de empate e ainda serviu a assistência para o gol da vitória anotado por Nico, garantindo a vaga na decisão.