Corinthians Paulista: um time de operários num mundo financeirizado.

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“O Corinthians vai ser o time do povo, e o povo é quem vai fazer o time”

Miguel Battaglia – 1º presidente do Sport Club Corinthians Paulista

 

Por Sandro Barbosa de Oliveira[1]

             A conquista do título da Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2012 no Japão diante do Chelsea Football Club, após conquistar o mesmo torneio no Brasil em 2000, tornou o Sport Club Corinthians Paulista um time mais conhecido mundialmente. Conhecido não apenas pelo futebol aplicado taticamente por seus jogadores em campo, mas pela belissima festa realizada nas arquibancadas por sua fiel torcida, que encantou os anfitriões japoneses e as pessoas apaixonadas por futebol. Esta conquista se insere num momento histórico singular para o Brasil que está há seis meses de uma Copa das Confederações da FIFA e há um ano e meio da Copa do\ Mundo de Futebol da FIFA.

            Inserida num contexto de retomada do crecimento da economia brasileira, que se destacou nos últimos anos ao resistir parcialmente a crise financeira iniciada em 2008, a transformação da gestão interna do clube corintiano alcançou uma eficiência para além dos resultados em campo. Esta mudança iniciou-se após o clube ser rebaixado em 2007 e disputar a Série B do Campeonato Brasileiro em 2008, momento trágico em sua história marcada pelo fim da parceria com a MSI, por escandalos de lavagem de dinheiro e investigação da Polícia Federal, além de aspectos no futebol que coincidiram com a crise financeira mundial. Ademais, após pôr em prática um planejamento com um elenco modesto, diferentemente do ano de 2005 em que foi tetra campeão brasileiro com jogadores caros para o padrão do futebol brasileiro da época – o passe do argentino Carlitos Tevez custou US$ 20 milhões –, o clube fez uma transformação interna e externa que refletiu no padrão do futebol brasileiro no período.

A mudança foi marcada em 2009 com a forte marcação fora de campo do marketing alvinegro, ao lançar o jogador Ronaldo Fenômeno como um dos destaques desta mudança, e utilizar sua imagem para atrair patrocinadores e investimentos ao clube. A vinda do fenômeno representou a consolidação do timão no circuito das videologias, conceito utilizado por Bucci e Kehl[2] em análise da televisão como forma de representação da sociedade através da imagem, e que permite perceber as configurações socioculturais e psiquicas que estão em jogo nesta realidade histórico-social. O jogador Ronaldo Fenômeno foi analisado pelos autores como um caso de “homem que virou imagem”, imagem que veiculada através do futebol televisivo passou a expressar os domínios da cultura de massa, do espetáculo e do fetichismo da mercadoria na busca do gozo individual nas manifestações coletivas dos torcedores.

Em pararelo, a transição operada entre a gestão oligarquica e financeirizada (neoliberal) da era Alberto Dualib (1993-2007), que cumilnou com o desastre do rebaixamento em 2007, foi superada (ou está sendo) por uma gestão com um caráter distinto encabeçada por Andrés Sanchez (2007-2011) e seguida por Mário Gobbi (2011-atual). Tal gestão aparece em sintonia com o modelo neodesenvolvimentista pretendido pelas gestões de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-atual). A mudança que Lula representou para o Brasil, Sanchez representou para o Corinthians. Foi durante a gestão Sanchez que se construiu o centro de treinamento e iniciou a construção do novo estádio, palco que sediará a abertura da Copa do Mundo da FIFA, e que pode resultar em centenas de remoções de residências para obras viárias em seu entorno, situação que fez nascer o Comitê Popular da Copa de São Paulo e o Comitê Comunidades de Itaquera que lutam contra as remoções sem garantia de direitos.    

Com a terceira invasão dos mais de 30 mil torcedores corintianos ao mundial de clubes ao Japão, tal fenômeno significou a externalização de uma paixão religiosa ao clube nascido a partir de cinco operários em 1910. Com uma história vinculada ao sofrimento, a fé, as lutas e as resistências populares, não é difícil fazer paralelos da história do Corinthians com o momento atual da economia brasileira, que passa por um momento distinto das décadas de hegemonia neoliberal. A ascensão da chamada “classe C”, termo oriundo das noções de estratificação social que expressa uma categoria ideológica de classificação de parcela da população, mas que em nada define as relações de classes na sociedade, demonstra a forte política de inclusão perversa pelo consumo, e a intenção velada de ocultar uma realidade que não aparece nas estatísticas. Ligada ao fenômeno do lulismo, a conciliação entre as classes sociais aparece como pacto social almejado, e isso atravessa o futebol como um de seus conteúdos mais ocultados. A nação corintiana presente ao Japão foi representada em sua maioria pela pequena burguesia (pequenos proprietários), seguida por profissionais liberais, publicitários, taxistas, entre outros, e trabalhadores que venderam carros, motos, e se endividaram para realizar o sonho de acompanhar o time do coração. Todavia, a chamada invasão ao Japão foi algo inédito feito pela torcida corintiana nas histórias dos mundiais fora do Brasil, o que demonstra um novo contexto do futebol brasileiro no cenário mundial.

“O time do povo” atualmente está representado em todas as classes sociais da sociedade. Em segundo lugar em torcida no Brasil, a nação corintiana cresceu vertigionosamente nos anos 1960 e 1970 em sintonia com a industrialização e urbanização crescente na Paulicéia Desvairada[3]. Cresceu e se tornou essa nação num momento em que o clube ficou 23 anos sem conquistar títulos, talvez fenômeno único na história do futebol mundial. Nesse momento houve uma confluência entre os anseios da população sofrida, explorada e esperançosa por dias melhores com o Corinthians através de uma manifestação nas arquibancadas por meio de uma irmandade de classe. O termo maloqueiro e sofredor vem desta época, e designava a condição social da torcida – discriminada socialmente pelos rivais, mas integrada por uma identidade de classe por sua libertação (ao menos no futebol). Esta dimensão de classe foi manifesta também durante a Democracia Corinthiana (1982-84), momento em que a gestão de Waldemar Pires assumiu e convidou o sociólogo Adilson Monteiro Alves para o cargo de diretor de futebol, numa gestão que passou a ouvir mais os jogadores, comissão técnica e funcionários do clube. Isso em conjunto com a presença de jogadores politizados como Socrátes, Wladimir, Zenon, Biro-Biro e Casa Grande, resultou num movimento de autogestão e democracia direta em que tudo era definido no voto, ao expressar o que se esperava de democracia no país durante as “Diretas Já!”. Ademais, só é possível democracia direta pelas bases quando os trabalhadores decidem em conjunto.

Com efeito, e após as conquistas da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes em 2012, parece que o Corinthians vem se tornando o time da moda. E neste último período desde o ano de 2009 vem demonstrando mudança no perfil de seus torcedores através da venda de ingressos mais caros em partidas da Copa Libertadores da América, dos Campeonatos Brasileiro e Paulista, o que expressa uma tendência de elitização no futebol brasileiro que está prestes a sediar uma Copa do Mundo. Os torcedores passaram a ser tratados como meros consumidores de partidas, artigos de futebol e de clubes, e não como aquele que faz parte do espetáculo futebol.

Num contexto amplo, o futebol atualmente reúne três dimensões indissociáveis: a técnica, como expressão da habilidade e do improviso dos jogadores; a tática, como representação do planejamento e da estratégia do treinador; e o físico, como elemento associado a preparação física dos jogadores. Ademais, o que se vê predominar são as dimensões da tática e do físico, enquanto a técnica como improviso no futebol aparece em alguns momentos das partidas. A técnica como improviso – uma característica do futebol brasileiro –, apareceu na jogada que resultou no belissimo gol do peruano Paolo Guerrero na final contra o Chelsea, num jogo dominado pela tática e pelo físico de ambos os adversários. O Corinthians apresentou um futebol coletivo e vistoso, em que todos os jogadores demonstraram uma consciência tática e física que impressionou, e operaram as jogadas como operários conscientes que operam as máquinas numa fábrica apropriada por eles. A diferença é que essa consciência tática se apresenta num momento em que o futebol está sendo dominado pela dimensão financeira da economia através de clubes hierarquizado e que estão sendo dominados por empresários nas transações de jogadores, de investidores escusos que querem apenas lucrar com esta prática social, e do futebol de resultado muitas vezes sem o brilho oriundo desse pragmatismo da rentabilidade. O Chelsea – como uma ironia desta história e ao contrário do Corinthians que seria de propriedade de sua torcida gerido por dirigentes com práticas empresariais –, é de propriedade do bilhonário russo Roman Abramovich, que investiu pesado em jogadores estrelas que custaram muito mais que os jogadores do Corinthians. Com efeito, o esperado confronto entre “Davi e Golias” foi desfeito na partida pela equidade tática e física entre as equipes.

O futebol se desenvolveu no Brasil como um teatro trágico de uma parcela da população que precisou driblar as dificuldadades da vida em busca de sua ascensão social, e encontrou no futebol o único refúgio para realizar-se. Reflete também a pirâmide da desigualdade estrutural de uma sociedade em que poucos clubes são grandes e com patrocionadores, enquanto que sua imensa maioria lida diariamente com as dificuldades de fazer futebol sem dinheiro. A desigualdade no futebol expressa a desigualdade social no país, e os jogadores bem sucedidos financeiramente tornaram-se as estrelas de um universo que é para poucos, e que está ancorado na meritocracia mediada pelo caráter midiático da videologia dominante. Nesse contexto, o Corinthians ficou conhecido no Brasil não como um time que tem uma torcida, mas uma torcida que tem um time. O fenômeno das torcidas de futebol é uma características de sociedades industrializadas ou em vias de industrialização, e expressa uma de suas cisões: entre quem joga e quem torce. Por esta razão, o Corinthians vem se tornando o time da moda na imprensa esportiva, que necessita de audiência para fazer as propagandas das marcas que sustentam sua máquina de ideologias, mas que precisa se apropriar de tudo que o povo trabalhador produziu – inclusive os clubes de futebol e suas torcidas.

Por um lado, os governos, a mídia e os capitalistas tentam nos impor os direitos do individuo isolado e enterrar as ações coletivas, inclusive as ações de torcidas organizadas. Consolidar o torcedor-consumidor é a meta, ao se basear nos pressupostos de isolamento do indivíduo. Em São Paulo, por exemplo, muitas manifestações coletivas estão proibidas, aspecto que remete a militarização da sociedade e do espaço urbano nas cidades, e que estão de mãos dadas com as garantias de consumo e renda oriundas das práticas esportivas. Demonstrações espontâneas como as da torcida corintiana na despedida da equipe dia 04 de dezembro no Aeroporto de Cumbica não podem acontecer, por isso a festa de retorno dia 18 foi inviabilizada pela Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo. Por outro lado, o futebol mostrou historicamente que essas proibições e as tentativas de isolar os indivíduos não funcionam, até porque só é possível haver futebol se for coletivamente, seja em campo ou seja nas festas de torcidas organizadas nas arquibancadas. Foi o que a fiel torcida corintiana demonstrou com a chamada invasão ao Japão e que encantou o mundo com sua belissima manifestação – torcida e time foram um só. As manifestações coletivas nas arquibancadas e nos gramados demonstram o anseio de fazer consciente os processos do futebol (e sociais).   

A recente declaração do ídolo santista Neymar – de que “o futebol está ficando chato” após ser punido com cartão amarelo depois de uma comemoração de um gol, algo que ocorreu também com o xodó da fiel Romarinho em partida contra o Palmeiras, revela que a espontaneidade está proibida também nos gramados. Com base nesses processos de financeirização e proibições às manifestações coletivas, como ficará o futebol daqui para frente? E o futebol arte, como reencontrá-lo na alegria e no prazer de jogar futebol e de festejar nas arquibancadas as belissimas jogadas? É possível preservar a cultura de um povo através do futebol e garantir suas manifestações coletivas? Se o futebol é o ópio do povo, porque movimenta identidades coletivas e simbólicas?

A frase fundacional “O Corinthians vai ser o time do povo, e o povo é quem vai fazer o time” ecoou ao longo do século XX e se faz presente no início do século XXI. A mudança recente que atravessou o Corinthians desde 2008 revela transformações na forma de gerir e organizar o futebol. Parece que o termo maloqueiro e sofredor cedeu lugar ao bando de loucos. Todavia, se o Corinthians está se tornando o time da moda não sei, o que sei é que sou torcedor e me apaixonei pelo Corinthians antes do time conquistar seu primeiro título nacional. O que me inspirou foi o seu caráter popular e a confluência da identidade de trabalhador com a identidade corintiana. O Corinthians ainda é o time do povo, mas quando é que o povo trabalhador voltará a fazer o time?


[1] Sandro Barbosa de Oliveira é corintiano, morador do Conjunto José Bonifácio em Itaquera e está na condição de mestrando em ciências sociais na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e irmão de Adriano Barbosa rsrsrs.

[2] Eugênio Bucci & Maria Rita Kehl, Videologias: ensaios sobre televisão, São Paulo: Boitempo, 2004.

[3]Em Paulicéia Desvairada o escritor e poeta Mário de Andrade, um dos expoentes do Movimento Modernista no Brasil, fundou o Desvairismo.

Sobre Adriano Barbosa

Brasileiro, casado, pai de 2 filhos, formado em Administração de Empresas, Analista de Pessoal numa empresa do ramo de Cultivo de cana-de-açucar
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42 respostas para Corinthians Paulista: um time de operários num mundo financeirizado.

  1. WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

    PARABENS PELO POST ……
    JA´DISSE ANTES AQUI NO BOTECO ;QUE QUANDO OS JOGADORES PEGAM ESSE CLIMA DE
    REALMENTE O QUE E´O CORINTHIANS ;FICAMOS A FRENTE DOS DEMAIS CONCORRENTES
    PQ A RAÇA E´SUPERIOR A TECNICA ;E SE AMBAS SE MESCLAM ;FICA DIFICIL ATE´PRA SORTE ;E AGORA EM DIANTE ,SEM TANTAS COBRANÇAS DA TORCIDA ;VIDE AS CONQUISTAS ,E SEM AQUELE PESO DE NUNCA TER GANHO LIBERTADORES ,E´SO´RETOMAR O ANIMO RUMO A + DECISOES …..
    VAI CORINTHIANS 100% +LEVE .rsrsrs.

    • Ricardo disse:

      Agora que perdemos o cabaço de conquista sulamericana depois de 100 anos de história ninguém nos segura mais! Entramos no seleto grupo de clubes gigantes do Brasil, éramos apenas gigante em torcida! Até a década de 90 éramos uma merdinha de nada!

      Quero agradecer a rede globo e mídia em geral que sempre nos defende e reserva um grande espaço em seus programas diários para fomentar nossa torcida e fazer dela uma grande massa facil de ser manipulada como a globo gosta de fazer! Obrigado globo por nos escolher no estado de sp como o seu queridinho como vc tem aí na sua cidade sede que é o Rio.

      E com o presentinho do governo de sp teremos a nossa tão sonhada arena depois de 100 anos de história entraremos no seleto grupo de times com estádio tbem!

      Aqui é curintia!

      Saudações Curintianas! É nóis Mano!

      • mauroaugustojunior disse:

        que comentario coerente, seja bem vindo aos grandes clubes que tem passaporte……mas ganhar estadio e mais 38 milhoes da caixa e’ duro de engolir ,ja ate tirei minha conta da caixa …kkkkkkkkk….parabens vcs sao mesmo campeoes de midia ,nao podemos negar …..!!!!!

        • WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

          SE O CORINTHIANS ,SO´TIVESSE OS paulistinhas rsrsrs ESTARIA AINDA ASSIM NA
          PREFERENCIA DE TODOS rsrsrs FATO …O PASSAPORTE NUNCA DEIXOU O TRICOLOR NEM PERTO DO PATAMAR DE IMPORTANCIA E PREFERENCIA ,DO TIMAO NO MUNDO DA BOLA rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs….FATO …TITULOS NUNCA SIGNIFICARAM NADA QUANDO SE TEM UMA TORCIDA DE VERDADE ..;E´ COMO UM
          DIPLOMA ,DIANTE DO MERCADO DE TRABALHO ,MAS O CANDIDATO NAO E´TAO
          CONSIDERADO ,EM RELAÇAO AO SOBRINHO DO CHEF rsrsrsrs

          MESMO OS TRICOLORES SE ACHANDO TRI-MUNDIAIS rsrsrs…SO´CONSEGUEM COLOCAR …12.000 PESSOAS EM DOMINGOS NO MORUMBI …ESTADIO GRANDE
          PARA POUCA GENTE =ELEFANTE BRANCO rsrsrs.
          MAS QUANDO O TIME CHEGA ….SO´A PARTIR DE SEMI -FINAIS …LA´ESTAO ELES A
          TORCIDA DA MODINHA …70.000 PAGANTES rsrsrs FIEIS SEMPRE ,ONDE A CONFIANÇA DE TITULO SO´VEM COM A MAO NA TAÇA rsrsrs

        • Guilherme disse:

          Só pra vc ficar ciente, de 84 a 86 a Caixa patrocinou o São Paulo tendo o Falcão como garoto propaganda. É só consultar a Internet! Sugiro vc não apostar mais na loteca pois, as loterias repassam seu dinheiro para a Caixa. Irônico não é? rs

      • Guilherme disse:

        Cara, com este comentário irônico seu, só tenho uma resposta: Deixa de ser Zé Ruela e vai cuidar da sua vidinha! Quando vc sair da Escola, e tiver aprendido Matemática, verá que o Corinthians disputa a Libertadores fazem 35 anos. Se em 90 vc se considerava uma merdinha de nada, não podemos fazer nada! E corinthiano que se preza, escreve o nome do time corretamente mas, sabemos que vc é um torcedor frustado de outro tiem que apareceu aqui só por frustação dos resultados do seu time!Saudações Corinthianas!

  2. WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

    amiguinho ricardinho ….EM PRIMEIRO LUGAR A LIBERTADORES NAO TEM 100 ANOS ,NA REAL
    TEM POUCO MAIS DE 50 …E QUE NINGUEM NOS SEGURA MAIS ,SO´O TEMPO DIRA´.
    DISCORDO DE VC TB NESTE SEU PONTO ;QUE O CORINTHIANS DEPENDEU DA GLOBO PRA
    CRESCER rsrsrs….TENHO CERTEZA QUE E´AO CONTRARIO DISSO rsrsrs…
    A GLOBO E´TOTALMENTE DEPENDENTE DE CLUBES COMO; CORINTHIANS , FLAQUISSIMO
    E 5aO PAULO ,PARA CONSEGUIR SEUS OBJETIVOS, E NAO DEPENDER SO´DE NOVELAS .
    SOBRE O ESTADIO ITAQUE´INVEJAO ,O TIMAO SO´TERA´INSENTIVOS FISCAIS ,NAO ARCARA´COM ALGUNS IMPOSTOS ,ALGO QUE NAO E´PRIVILEGIO SO´DELE ,VIDE QUALQUER INSTALAÇAO DE PLANTAS DE GRANDES INDUSTRIAS ,QUE TBM TRAZEM DESENVOLVIMENTO ,AS REGIOES ONDE SE INSTALAM ,E GOZAM DE TAIS ISENÇOES TBM…
    ESTADIO DE GRAÇA E´SO´O MORUMBI rsrsrs AQUELE DOS CARNES ANT-FALENCIA …
    PARA O TEORICO CLUB + RICO NAO ENTRAR EM CONCORDATA ANTES DESTA PALAVRA
    EXISTIR rsrsrs….
    SOBRE O PATROCINIO O ATLETICO PR;FOI PATROCINADO PELA CAIXA ,O ANO PASSADO
    INTEIRO rsrs E NINGUEM SE PRONUNCIOU NEM POR AQUI NO BOTECO EM QUE A ANALISE DE COISAS INCOERENTES SAO CIRURGICAS rsrsrs ITAQUE´INVEJAO GENTE rsrsrs.

  3. Guilherme disse:

    Quem fala o que quer, escuta o que não quer!

    • mauroaugustojunior disse:

      acho que vcs entenderam mal ,o RICARDO apenas disse que o corinthians sempre foi grande ,mas para ser gigante era nescessario um titulo do tamanho da libertadores e do mundial,,,,quanto ao estadio eu nao entendo de leis se foi legal ou nao ,mas ai tem um dedinho do lula ,quanto ao patrocinio foi uma brincadeira,eu nao tenho e nunca tive conta na caixa ,tanto que amanha irei depositar meus jogos da loteca.!!!em relaçao a torcida ,12.000 num domingo como vc disse deve ser um jogo sem importancia,por que de que vale lotar um estadio de 65.000 pra ver sao paulo x figueirense…..a nao ser que estreie um jogador como o p.h. ganso.40.000 so pra ver ele jogar 45 minutos…..so pra vc saber nossa media na libertadores e’ de 62.000…..quando o estadio de vcs ficarem pronto vamos ver qual sera a media de torcedores em jogos normais…..a globo sempre deu mais visibilidade para corinthians e flamengo e’ fato…….calma gente !!!ano novo

      • lulagremio disse:

        Dedinho meu por que kkkkkkkk.

      • Guilherme disse:

        Mauro, só não gostei do jeito como Ele começou a comentar pois, tá cheio de cara por ai, que fica trocando o nome do time dos outros.Vc mesmo pediu ao Vagnão para parar de trocar o nome do seu time. Quanto a encerrar a conta da Caixa, só disse que todos nós dependemos da lotérica para certas aplicações, ou quando a Nestlé pratrocinou o São Paulo com o Nescau, nem por isto deixei de tomar meu nescau de vez em quando. E ainda pega a gente num daqueles dias, rs

        • WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

          AMIGO GUILHERME; OUVI DIZER QUE OS ANT-CORINTHIANO VAO ;ABRIR ALGO
          TIPO DO RAMO CASA LOTERICA …AFINAL ELES TEEM CAIXA ..;O SHEIK EMERSOM
          DEIXOU AQUELA MARAVILHA NA CAIXA DO RAFAEL ….LA NA VARZEA BELMIRO QUE
          JA´TINHA CONVENIO COM A ELETROSANTOS ,DESDE AQUELE EPISODIO DA LUZ rsrsrs.

  4. Em 1976 o Corinthians vivia uma fila de títulos.

    E a torcida fez isso, que ninguém nunca mais fez

    SOBRE A PRIMEIRA INVASÃO CORINTHIANA
    POR IGOR OJEDA

    Caro Juca,

    Como um dos autores, juntamente com Tatiana Merlino, do livro-reportagem “A Invasão Corinthiana. O dia em que a Fiel tomou o Rio de Janeiro para ver seu time no maior estádio do mundo” – do qual você assina a quarta-capa –, gostaria de fazer alguns comentários a respeito do debate sobre os números da Invasão Corinthiana de 1976 ocorrido no último programa “Linha de Passe” de 2012.

    O livro que Tatiana e eu escrevemos é uma reportagem, ou seja, é inteiramente baseado em informações apuradas durante longos meses e em 30 entrevistas com torcedores, jogadores, jornalistas e dirigentes. Claro, não quero dizer com isso que a obra seja infalível e não admita reparos. Mas temos a tranquilidade de afirmar que, para elaborá-la, buscamos o maior rigor jornalístico possível.

    Números como a quantidade de corinthianos que invadiram o Rio de Janeiro naqueles dias são impossíveis de se cravar, ainda mais porque o evento em questão aconteceu há longínquos 36 anos. No entanto, nossa conclusão, baseados na exaustiva apuração e nas 30 entrevistas realizadas, é que tal número se aproxima justamente dos 70 mil “consagrados” ao longo do tempo.

    Segundo os meios de comunicação da época, na manhã da sexta-feira que antecedeu a partida a Federação de Futebol do Rio de Janeiro enviou 52 mil ingressos a São Paulo. Os jornais relataram, ainda, que em apenas cinco horas todos os bilhetes disponíveis no Parque São Jorge se esgotaram (na sede da FPF e nas agências do Banco Bandeirantes, em duas horas).

    O Jornal do Brasil posteriormente afirmou que 10 mil desses ingressos haviam sido devolvidos e vendidos no próprio Maracanã. No entanto, a nota, de tom ligeiramente rancoroso, não cita a fonte dessa informação. Destoando da maioria dos meios de comunicação (que falavam em 70 mil alvinegros), o diário carioca usou esse dado para dar sua estimativa sobre o número de corinthianos no Maracanã: 50 mil.

    Entretanto, em primeiro lugar, à luz dos acontecimentos daqueles dias, a informação dos ingressos devolvidos parece bastante inverossímil (embora não impossível). O clima corinthiano sem precedentes vivido em São Paulo naquela semana – em nosso livro há um capítulo inteiro dedicado à descrição dessa loucura – e a notícia de que os bilhetes disponíveis se esgotaram num piscar de olhos permitem-nos especular sem muito exagero que, se pusessem à venda mais 20 ou 30 mil ingressos, estes igualmente se esgotariam rapidamente.

    Além disso, segundo muitos depoimentos e registros em jornais e revistas, um número de corinthianos impossível de calcular e muito difícil de estimar – mas provavelmente bastante significativo – comprou seus ingressos no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas foram à Cidade Maravilhosa partindo do interior do estado de São Paulo ou de outras partes do Brasil – no fim de semana do jogo, esgotaram-se os voos vindos do Recife, por exemplo. Aliás, a Folha de S. Paulo de domingo trazia a informação de que no sábado tanto tricolores como alvinegros formavam filas de “vários quarteirões” nos diversos pontos de venda espalhados pelo Rio.

    Claro, os focos dos meios eram São Paulo e Rio, por isso a carência de relatos e informações sobre outras cidades e regiões. Mas há informações de que uns 170 ônibus saíram somente de três municípios do interior paulista (Sorocaba, São José dos Campos e Taubaté). Mais um detalhe: mesmo entre os torcedores que partiram da capital, muitos viajaram sem ingressos – caso de parte de nossos entrevistados.

    Portanto, nesse contexto, a conta do JB, de que somente 8 mil corinthianos adquiriram bilhetes no Rio de Janeiro (já que “apenas” 42 mil o haviam feito em São Paulo), é bastante conservadora. Sem falar que não se pode cravar o destino dos supostos 10 mil ingressos devolvidos – em que proporção foram para as mãos de alvinegros ou tricolores.

    Sim, a Folha e os meios paulistas carregaram no tom pró-Corinthians naquela semana, especialmente nas suas capas (até como forma de entrar no clima que tomou São Paulo). Internamente, porém, a cobertura foi honesta. Assim como a do Jornal do Brasil. Mas, em nossa opinião, a estimativa de torcedores paulistas do jornal carioca peca por não considerar os elementos descritos anteriormente.

    Aliás, uma curiosidade: na legenda da foto de capa do JB de 6 de dezembro de 1976 (http://news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC&dat=19761206&printsec=frontpage&hl=pt-BR) está escrito: “O entusiasmo da torcida do Corinthians, que ocupou MEIO Maracanã…”. Ato falho?

    Outra maneira de “calcular” o número de torcedores corinthianos no Maracanã naquele dia foi a observação visual da divisão entre as torcidas dos dois times no estádio. Claro que é um cálculo impreciso, mas não muito menos do que as informações dos meios de comunicação da época.

    De acordo com a maioria dos depoimentos de pessoas que estavam presentes – não somente corinthianos e, entre eles, jornalistas –, a divisão foi mais ou menos esta: nas arquibancadas, meio a meio; nas cadeiras, uma proporção de entre dois terços a três quartos de corinthianos; e nas gerais quase exclusivamente torcedores do Fluminense.

    Muitos observam que a metade alvinegra das arquibancadas estava muito mais densa: ou seja, as pessoas estavam muito mais espremidas. Além disso, informações dos jornais dão conta que pelo menos por uma vez a torcida do Corinthians “empurrou” o cordão de isolamento em direção ao lado do Fluminense.

    Ou seja, considerando-se que a carga de ingressos reservada para esse espaço foi de 110 mil, é possível estimar que apenas nesse setor havia entre 55 e 65 mil corinthianos – sabe-se que em qualquer estádio do Brasil o setor de arquibancadas quase sempre tem lotação total, ou seja, eventuais sobras de ingressos acontecem nas áreas mais caras.

    Vale destacar ainda que o público oficial de 146 mil é o dos que pagaram ingresso. Não é absurdo nenhum calcular que, entre pagantes e não pagantes, estavam presentes no Maracanã umas 160 mil pessoas.

    É preciso lembrar que a Invasão Corinthiana não se restringiu ao dia 5 de dezembro. A chegada de torcedores alvinegros à Cidade Maravilhosa começou a ser notada durante toda a semana. Na sexta, passou a ser maciça. E, até o início da manhã de domingo, a imensa maioria dos corinthianos já estava na cidade.

    Portanto, os que chegaram após às 8 ou 9 da manhã de domingo faziam parte dos resquícios da Invasão. As notícias de jornais e os depoimentos dos que testemunharam esse acontecimento são claros: os corinthianos foram ao Rio de moto, carro, perua, ônibus, trem e avião. No caso dos transportes coletivos, foram disponibilizados muitos voos e coletivos extras. Ou seja, os alvinegros não viajaram apenas por linhas regulares.

    Os números de coletivos fretados pelas torcidas organizadas informados pelos jornais – eram seis torcidas – são desencontrados. Uns falaram em 700, outros em milhares. Se considerado o primeiro número, somente de caravanas de organizadas foram cerca de 30 mil pessoas (isso sem levarmos em conta a gigantesca possibilidade de muitos passageiros viajarem em pé nos coletivos, já que noções de segurança no trânsito e fiscalização certamente não eram regra na época).

    Mas é preciso esclarecer que não havia apenas coletivos dessas agremiações. Uma quantidade imensa de ônibus foi fretada por agências de turismo (na terça-feira, somente uma delas já havia fretado 220 ônibus, além de 20 aviões e 60 kombis, segundo os jornais), grupos de amigos, vizinhos de bairros, colegas de trabalho e de universidade e até indústrias e empresas – as fábricas do ABC cederam e/ou financiaram muitos desses ônibus para seus funcionários.

    Por fim, gostaria de comentar o argumento mais utilizado pelos que contestam a Invasão Corinthiana: de que grande parte desses 70 mil torcedores era formada por fanáticos de Flamengo, Vasco e Botafogo.

    Posso afirmar que nossa apuração baseada nos registros de meios de comunicação da época e nos 30 depoimentos tomados contatou que sim, havia torcedores dos times rivais do Fluminense. Mais surpreendente ainda: muitos são-paulinos, palmeirenses e santistas foram ao Rio, e torceram pelo Corinthians.

    Entretanto, de acordo com nossa apuração, esse montante de torcedores não-corinthianos não foi significativo. Claro, se tomados isoladamente, eram uma quantidade razoável. Mas não se inseridos no universo de 70 mil torcedores que estavam apoiando o Corinthians.

    A cobertura jornalística sobre a Invasão Corinthiana foi bastante intensa. Quem é da área sabe que num caso desses são feitas inúmeras matérias e notas auxiliares com curiosidades, personagens e aspectos que fogem da notícia central.

    Muito bem. Simplesmente a suposta presença de tamanha quantidade de torcedores rivais do Flu não mereceu uma única matéria, nota ou box adicional – apenas registros perdidos no meio das reportagens principais. Pelas contas dos que negam a presença de 70 mil corinthianos, teriam ido ao Maracanã pelo menos 20 mil flamenguistas, vascaínos e botafoguenses. Seria um fato histórico quase tão importante quanto o deslocamento de 50 mil corinthianos ao Rio, já que nunca antes – ou depois – algo parecido havia ocorrido.

    Ninguém que ouvimos para a elaboração de nosso livro confirmou essa tese – todos afirmaram a mesma coisa: havia sim torcedores de outros times, mas não em número significativo. E não ouvimos apenas corinthianos. Um flamenguista garantiu não ter visto essa tal quantidade enorme de apoiadores de rivais do Flu. O jornalista Alberto Helena Júnior, que diz ter sido são-paulino na infância e hoje não ter time, e até Francisco Horta, presidente do Fluminense na época, falam em “maioria” corinthiana no Maracanã, mas não fazem a ressalva da presença maciça de outros torcedores.

    Nem os tricolores fanáticos Chico Buarque (que também fala em “maioria” corinthiana) e Nelson Rodrigues mencionam algo nesse sentido em suas crônicas nos dias que sucederam o jogo. Ambos estavam no estádio. Imagino que seria motivo de orgulho para os torcedores do Flu se algo tão histórico de fato tivesse acontecido (“somos tão imbatíveis que chegamos a mobilizar milhares de pessoas contra nós”).

    Observando-se fotos e vídeos do dia do jogo, percebe-se que é possível notar, sim, algumas bandeiras ou camisas de rivais do Flu. Mas apenas “algumas”, não milhares, muito menos 20 mil. Acho que todos concordam que na ânsia por secar o Flu, uns 80% ou 90% desses torcedores estariam vestindo a camiseta do seu time para afirmar sua oposição ao Tricolor; e não a do Corinthians. Pode-se alegar: “ah, mas Botafogo e Vasco têm as mesmas cores, que podem ser confundidas no meio da torcida corinthiana”. Ora, certamente num caso desses a cor predominante seria o vermelho do Flamengo, e isso de maneira alguma é percebido.

    Os registros nos jornais apenas confirmam o que apuramos: as descrições são de “uma” bandeira do time x, “algumas” camisas do time y, “vários” torcedores da equipe z. Em nenhum momento se usa qualificações como “milhares”, “muito numerosas”, “quantidade enorme”, “presença maciça” ou coisas do tipo.

    Além disso, me parece ingênuo considerar que o Fluminense – ou qualquer outro time –fosse capaz de deslocar a um estádio tamanha quantidade de gente contra si. Por mais hegemônico que fosse. As outras equipes já haviam sido hegemônicas anteriormente (Botafogo de Garrincha, o Vasco da década de 1940, por exemplo) e não há registros de mobilização parecida contra elas. O que o Flu tinha para despertar tanto ódio? Seria mais plausível que algo assim acontecesse contra o Flamengo, que reúne no Rio uma legião de “desafetos” muitas vezes maior.

    Um ano antes, o mesmo Flu de Rivellino (já vencedor) disputou a semifinal do Brasileiro contra o Inter no mesmo Maracanã – igualmente, era partida única. O público foi de 100 mil torcedores, e não há informações de grande presença de torcedores rivais no estádio (nem de 20 mil, nem de 10 mil, nem de 5 mil).

    Calcular os corinthianos presentes no Maracanã naquele dia não é uma ciência exata. Mas acredito que os elementos e informações disponíveis, alguns deles relatados acima, sugerem fortemente que eram pelo menos 70 mil.

    De qualquer forma, não importa se 30 ou 100 mil corinthianos. A Invasão Corinthiana ao Rio de Janeiro (e não apenas ao Maracanã) foi um acontecimento histórico até hoje não igualado.

    Um abraço,

    Igor Ojeda
    Link: http://blogdojuca.uol.com.br/2013/01/sobre-a-primeira-invasao-corinthiana/

  5. WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

    PARABENS ADRIANO ;ACREDITO E´ QUE o SR ricardinho QUERIA MSM E´TENTAR ENVOLVER
    O CORINGAO EM COMENTARIOS DE TEORICOS DA CONSPIRAÇAO ,MAS ELE NEM SABE BEM
    DO QUE ESTA´FALANDO ;PQ SE COMO ELE FALA REALMENTE FOSSE …O BARÇA OU ALGUM
    CLUBE CHINES SERIAM POTENCIAIS AMEAÇAS AO PENSAMENTO ,HUMANO …
    ENFIM TBM QUER SE PROMOVER AQUI NO BOTECO AS CUSTAS DO CORINTHIANS rsrsrs…
    PAGUE $ 100.000.000 MILHOES E TERA´SEU NOME NA CAMISA DO TIMAOrsrsrs

    • WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

      MAS SEM DESMERECE-LO TOTALMENTE ATENÇAO GALERA´OLHEM PRA DEUS .
      DE FATO EXISTE ESTA´MANIPULAÇAO ,DE OUTRA FORMA …………………………………
      A ECONOMIA DE MERCADO ESPECULATIVO ;100% MANIPULADA .
      A CONSOLIDAÇAO DA INDUSTRIA DE ALTA PRODUTIVIDADE MUITO PROXIMA .
      BOLSAS EM ALTAS E QUEDAS REPENTINAS .
      QUEBRA PROPOSITAL DE PAISES ANTES INQUEBRAVEIS .
      AUMENTO INCONTROLAVEL DA VIOLENCIA .
      FOMES ,GUERRAS ,DOENÇAS .
      A POTENTE INDUSTRIA BELICA MUNDIAL .
      TEM MUITOS OUTROS INGREDIENTES QUE PODEMOS ACRESCENTAR ,SE ALGUEM
      AINDA NAO ACREDITAR ;QUE JA´VEM O ANT – CRISTO POR AI ;COM A TOTAL MECANIZAÇAO DAS PESSOAS E DOS MEIOS DE PRODUÇAO E O MUNDO EM SI.
      CADE O AMOR DAS PESSOAS ??? ATE´PELOS PARENTES ???….
      CETICOS DE PLANTAO ….E CRENTES …
      SO´O SENHOR JESUS CRISTO PARA NOS LIVRAR DO GOVERNO SECRETO E SATAN

  6. mauroaugustojunior disse:

    CORINTHIANS…..OITAVA MARAVILHA DO MUNDO !!!!!!””’O FUTEBOL SO SE PROFISSIONALIZOU POR AQUI A PARTIR DOS ANOS 90””’ ,,,,”’A LIBERTADORES NAO TINHA IMPORTANCIA ANTES DE 1992”” ”” OS TITULOS DO SAO PAULO E’ PURA SORTE””” …ETC.FRASES DO WAGNER DO ABC.FALEM ISSO PARA SANTOS DE PELE,PARA O FLAMENGO DE ZICO,PARA O GREMIO DE RENATO GAUCHO,PARA O CRUZEIRO DE TOSTAO…..VCS SAO DOENTES DEMAIS E POR ISSO NAO TEM A SIMPATIA DAS OUTRAS TORCIDAS.DEPOIS QUE ESSE TAL DE WAGNAO OTARIANAO DO ABC APARECEU AQUI ,SO TEMOS DISCUSSOES ,JA ESTA FICANDO CHATO…COMO ESTE BOTECO E’ ON LINE ,E EU NAO SOU O DONO….VOU PASSAR NA PORTA MAS NAO VOU ENTRAR MAIS TALVEZ NAO FAÇA DIFERENÇA PARA ALGUNS ,TUDO BEM…….FUIIIIIII!!!!

    • Mauro,

      Nunca ataquei ninguém aqui dentro (Sou o dono do BLOG) e já pedi para o Wagnão parar de xingar as outras torcidas.

      Agora vc e esse novo Ricardo encheram o SACO. Isso mesmo o Santos de Pele, o Gremio e o Flamengo de Zico venceram a Libertadores, mas os clubes Brasileiros nunca deram a importancia para a competição, a intençao dos times brasileiros sempre foram os regionais. Pq o Santos de Pele não venceu mais a partir de 62?? E olha que o Rei jogou bola ate 74………

      Se vc quiser parar de acessar o Blog, fique a vontade, cansei de ver vc chorar aqui e só atacar o Corinthians. A sua inveja sobre os ultimos anos do Timão esta cansando aqui dentro. Todos parabenizaram a vitoria, mas vc so criticou.

      • mauroaugustojunior disse:

        ADRIANO ,VC COMO DONO DO BLOG QUERO QUE FAÇA UMA PESQUISA E ENCONTRE ALGUM COMENTARIO MEU OFENDENDO ALGUM TIME,PRINCIPALMENTE AO SEU CORINTHIANS,TUDO COMEÇOU DEPOIS DOS ATAQUES DO WAGNAO…..

      • mauroaugustojunior disse:

        Comentar

        mauroaugustojunior disse:

        18/12/2012 às 8:50 pm

        BOM AMIGOS …..O TIMAO AGORA FAZ PARTE DOS LEGITIMOS CAMPEOES DO MUNDO,O CORINTHIANS JOGOU COM INTELIGENCIA,ACHEI MUITO PARECIDO COM O JOGO DO SAO PAULO EM 2005,AMBOS 1X0,AMBOS TENTO O GOLEIRO COMO MELHOR EM CAMPO,AMBOS TENDO GOL CONTRA ANULADOS,SEM NENHUMA ESTRELA ,OU SEJA O CONJUNTO VENCEU NOVAMENTE OS MILHOES……EM RELAÇAO A TORCIDA ,NAO HA O QUE SE FALAR…MAS ACHO QUE A PROESA VAI SE REPETIR EM NUMERO ,TALVEZ NAO EM EMPOLGAÇAO….ESPAÇO ABERTO PARA O PROXIMO TIME DO BRASIL INVADIR TAMBEM O OUTRO LADO DO MUNDO….ACHO QUE NO ANO QUE VEM VAI SER NO MARROCOS!!!!PARABENS AO SPORT CLUBE CORINTHIANS PAULISTA ,QUE ENTROU PARA O SELETO GRUPO DE CAMPEOES DA LIBERTADORES E DO MUNDO……

        ESTE FOI MEU COMENTARIO DEPOIS DO TITULO DO CORINTHIANS NO
        JAPAO!!!

      • mauroaugustojunior disse:

        DIZER QUE UM SAO PAULINO TEM INVEJA DE UM CORINTHIANO ,E’ DURO ,A ESCOLA QUE VCS ESTAO ,NOS JA FOMOS EXPULSOS 3 VEZES, 6 FINAIS DE LIBERTADORES,3 VEZES NO JAPAO (INVICTO),15 VEZES NA DISPUTA DA LIBERTADORES…..,O GREMIO,FLAMENGO ,GALO ,O INTER ETC TAMBEM CANTAM SEM PARAR NOS JOGOS…..E’ O MAIS NOVO DOS GRANDES E O QUE TEM MAIS TITULOS……….!!!!

    • Cliente chato não faz falta.

      Botequeiros

      Peço desculpas a todos, mas cansei de Mauro entrar no Blog e ficar enchendo o saco do Corinthians. Quer falar mal do Timão, acesse os Blogs das torcidas organizadas.

      • mauroaugustojunior disse:

        COMO O WAGNAO TAMBEM E’ CORINTHIANO E’ NORMAL VC FICAR DO LADO DELE….PARTICIPEI DO LOTECAÇO…..DO CDB…..ENCONTRE ALGUM COMENTARIO OSTENSIVO CONTRA O CORINTHIANS…TODOS OS AMIGOS MAIS ANTIGOS DO BLOG SABE QUE EU NAO ENCHO O SACO DO CORINTHIANS COMO VC DISSE….AGORA SOU TRICOLOR…SO REBATI OS COMENTARIOS DO WAGNAO……COM ELE VC NAO DIZ NADA,TALVEZ ACHE CERTO TUDO O QUE ELE DIZ!!!

        • Guilherme disse:

          Seu comentário, Mauro!

          que comentario coerente, seja bem vindo aos grandes clubes que tem passaporte……mas ganhar estadio e mais 38 milhoes da caixa e’ duro de engolir ,ja ate tirei minha conta da caixa …kkkkkkkkk….parabens vcs sao mesmo campeoes de midia ,nao podemos negar …..!!!!!

          Lá em cima está seu comentário mauro, então vc fala que é zoação???? Eu particularmente não estou do lado do Vagnão, até acho que ele enche as vezes mas vc também não está ficando atrás! Agora, ameaçar de abandonar o blog??? É duro de engolir,rs Vc até pode dizer que vai deixar de frequentar o Blog, mas que vai dar uma passadinha aqui, isto vai.Outra coisa, o trabalho do Adriano, Anderson é voluntário. mais uma coisa: Me mostre alguma vez que Eu, desdenhei do seu clube????? Respeito é bom para todos, boa sorte!

  7. esta discussão está muito acalorada

    chego do Guarujá e encontro um Boteco mais quente que a praia.

    kkkk

    ——————————–
    Amigos vamos baixar esta poeira

    ——————————–
    Com relação ao blog tenho andando meio longe devido minhas férias que passei no Guarujá e tão logo retornei no dia 02/01 começamos uma nova empreitada no outro blog junto com os outros 13 amigos que compõe o KATORZÃO.

    Não achem estranho caso eu apareça raramente por aqui.

    Este ano quero ganhar na loteca e não apenas uma vez.

    Boa sorte a todos!!!

  8. WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

    PAZ DE CRISTO AMIGOS:
    COMO DISSE UM ANTIGO POETA ;….TEM DUAS COISAS NA TERRA QUE NAO VOLTAM ATRAS;A FLECHA DISPARADA E A PALAVRA FALADA ….PORTANTO CAUTELA E RESPEITO .ESTA´DINAMICA FOI O QUE VI ;POIS ACOMPANHO O FUTEBOL DESDE 90;E PELO
    JEITO ;TENHO MUITA RAZAO ,…….E COPA DO MUNDO E´DE 4 EM 4 ANOS ;NAO SE COMPARA
    COM CLUBES ;QUE TODO ANO TEEM SEUS

    • WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

      CONTINUANDO ……PLANEJAMENTOS E O FUTEBOL FICA EM PAUTA TODOS OS DIAS DO ANO …
      MAURO VC NAO PODE NEM COMENTAR FUTEBOL ;POR AI QUE PODE SER PERIGOSO ;PARTIU PRA AGRESSAO ME XINGANDO DE OTARIO …MAS TA PERDOADO ….EM NOME DE JESUS …NAO SAI NAO ;FICA FERA …HUMILDADE ….
      AINDA BEM Q O BOTECO NAO E´UM BOTECO rsrsrs…VOLTAR A IDADE DA PEDRA
      POR FUTEBOL ,……VAMOS PEGAR LEVE …COMENTARIOS OFENSIVOS NAO ;ATE´
      NOS ESTADIOS ……VIVA A HARMONIA NO BOTECO .

  9. WAGNAO CORINTHIANAO DO ABC disse:

    PAZ DE CRISTO AMIGOS:
    SERA´QUE ALGUEM NO MUNDO INTEIRO FEZ PELO MENOS 12 acertos ???QT ;ZEBRA ….
    NAO VOU NEM FALAR QUANTOS FIZ ……VERGONHA rsrsrs….
    MAS DE VOLTA A VELHA CASA DE INVENÇOES rsrsrs…..RUMO AOS 14 ….NO 541 .

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